Esta é a cidade que escolhi e que tanto gosto
Esta praça é um lugar onde as pessoas gostão de se reunir para tomar chimarrão e conversar.
Açude Grande reservatório de água.
A nossa zona rural tem lugares lindos.
Balneário ponte de Arame um lugar tranqüilo na zona rural para o lazer em família.
Eventos para desfrutar e se divertir.
Cultura e solidariedade.
Estas são as imagens que escolhi, mas teria muitas outras como as que já postei quando criei meu blog.
Estas informações e imagen foram tiradas do site da prefeitura http://www.butia.rs.gov.br/
http://picasaweb.google.com/luanabatisti/AlbumSemTitulo
VITÓRIA
sábado, 8 de outubro de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Museu de Memórias
Pólo: Arroio dos Ratos
Nome: Maria Vitória Selbach Job
Tutoras Presencias: Norma Denise Macedo de Paula
Tânia Beatriz da Cunha Garcia
Quem eu sou?
http://2.bp.blogspot.com/_7B-N1mWJTc0/TGk aZvx1LI/AAAAAAAABA0/NDYQY3VUa3Q/s1600/gravidez.jpg
fonte: http://portaldaacupuntura.com/tratamentos/acupuntura-trata-depressao-na-gravidez/
Acredito que somos o que somos por tudo o que vivemos desde que estamos no ventre de nossa mãe aprendemos a reconhecer aquelas vozes pai, mãe, avós.
Quando nascemos à aprendizagem continua, historias que os pais, avós ou alguém mais próximo conta.
Vivi com meus avôs até os seis anos no sitio da família. Aprendi antes mesmo de caminhar a andar a acavalo e assim fui aprendendo uma leitura de mundo diferente, como quando uma fruta esta boa para ser colhida, qual fruta é da estação.
Em meio a isso cada vez crescia mais a paixão pela escola, por livros, por letras, aos quatro anos decidi que iria ser professora como a minha bisavó e como minha avó que davam aulas no meio rural nas fazendas. E daí para diante, tudo o que eu fazia era com o intuito de chegar a ser professora.
Lembro da minha felicidade ao entrar na escola da professora Ana me ensinando, mas tem uma lembrança que me vem sempre que se fala em aprender é do meu pai com uma bombona de Q boa
na mão e me
perguntando o que estava escrito ali.
O 1°(primeiro) livro que li foi chapeuzinho vermelho já no 1°(primeiro) ano escolar, pois entrei para alfabetização, não fiz pré-escolar, quando aprendi a ler minha mãe comprou o livro Branca de neve e os sete anões, que li varias vezes.
A gente cresce e as memórias ficam guardadas em um lugar particular, mas acessível, que quando queremos acessamos, muitas são nossas, únicas, exclusivas, cada pessoa vê a História do seu ponto de vista e existem coisas que são sem explicação.
Vivi minha adolescência nos anos oito anos 80, amo as musicas até hoje, Blitz, Cazuza com Ideologia e codinome Beija flor, Barão vermelho, Capital inicial, Legião urbana, Lobão com Me chama, Lulu Santos e tantos outros.
Adorava ver filmes como: Karate-Kid, ET, De volta para o Futuro (quem nunca quis ter um Delorean), Lagoa azul (quem não sonhou em viver uma linda história de amor em uma ilha paradisíaca) e Superman.Quantas lembranças.
Sempre fui considerada para minha família como uma pessoa calma, parada mesmo, até porque o que eu gostava era de estar lendo,olhando filmes, ouvindo músicas, mas eu cantava no coral da escola, era atleta “medalhista”. Em charqueadas onde fiz meus estudos fundamentais, nós tínhamos os Jogos da AFAÇO, que hoje são os JERGS, e eu participava sempre que minha mãe deixava.
Minha Tuma de escola era unida estudamos juntos desde a 6° até a 8°. A turma fazia teatro e eu ajudava no cenário, pois era tímida de mais para contracenar.
Sou uma artista nata, agradeço a Deus por esse dom, e a professora Mariam que teve a sensibilidade de ver e me estimular.
Hoje desenho e faço painéis devido ao 1° incentivo que ela me deu, mas foi através dos livros que li que viajei pelo Brasil sem sair do meu quarto, quando eu leio me torno personagem atuante me transporto para os lugares e vivo aquela história, sofro, choro, me emociono e é maravilhoso, livros como O Cortiço, Senhora, Cazuza, Capitão de Areia e muitos outros que lembro detalhem até hoje.
E... A gente cresce, sou fruto das minhas memórias, boas e ruins com ganhos e perdas.
Fui estudar em São Jerônimo, mas para consegui entrar no magistério eu tive que ficar na fila durante três dias para conseguir a vaga, pois a escola era muito disputada. Mas valeu apena tive experiências maravilhosas, professores que marcaram um professor de inglês que nos ensinou com música, outro de história que nos levava nos museus a Porto Alegre, no teatro São Pedro, no Palácio do Governo, na Câmara e em cada lugar uma aprendizagem pena que tive que desistir do magistério na época, pois quando estava no terceiro ano me casei e engravidei e como teve uma greve naquele ano nossas aulas se estenderam até janeiro, mas minha gravidez inspirava cuidados e o medico me fez optar ou eu me cuidava ou ele não podia se responsabilizar, por que onde eu estudava haviam escadas que eu precisava subir varias vezes, e varias vezes desmaiei na escada, então nunca andava sozinha, mas mesmo eu parando de estudar minha filha nasceu mais de 20 dias antecipada.
Só voltei a estudar quando me mudei para Butiá. Minha filha já estava com três anos, quando tudo parecia bem e eu estava fazendo meu estágio meu marido morre, todos achavam que eu pararia meu estágio, mas eu só pensava que a minha filha dependia de mim e que meu marido teria orgulho de me ver formada, então continuei, terminei meu estágio. Fiz o concurso no ano seguinte e passei desde então trabalho como Professora de séries iniciais.
Casei tive mais um casal de filhos maravilhosos, e me separei, coisas da vida e que nos fazem sorrir, chorar, mas principalmente lutar para alcançar o que queremos, eu não sei o quanto nossa memória é capaz de armazenar, mas sei o quanto é bom relembrar.
O quanto um livro nos ajuda a muitas vezes sair de uma realidade não muito boa para viver uma fantasia ou para nos trazer para a realidade, para mim a Bíblia foi e é um livro que me faz viajar e me encontrar, é o meu livro de toda à hora, hoje mais que nunca.
Deus é a força que me inspirava a ser uma pessoa melhor, pois trabalho com Educação Especial e o carinho, o amor e a força de vida que estas pessoas me passam todos os dias, me mostram o quanto sou abençoada por trabalhar com eles e por poder com tudo o que aprendi com professores, livros, filmes e lugares que fui ter a inspiração para trabalhar com eles e tirar de cada um o seu melhor.
Nome: Maria Vitória Selbach Job
Tutoras Presencias: Norma Denise Macedo de Paula
Tânia Beatriz da Cunha Garcia
Museu de Memórias
Quem eu sou?
http://2.bp.blogspot.com/_7B-N1mWJTc0/TGk aZvx1LI/AAAAAAAABA0/NDYQY3VUa3Q/s1600/gravidez.jpg
fonte: http://portaldaacupuntura.com/tratamentos/acupuntura-trata-depressao-na-gravidez/
Acredito que somos o que somos por tudo o que vivemos desde que estamos no ventre de nossa mãe aprendemos a reconhecer aquelas vozes pai, mãe, avós.
Quando nascemos à aprendizagem continua, historias que os pais, avós ou alguém mais próximo conta.
Vivi com meus avôs até os seis anos no sitio da família. Aprendi antes mesmo de caminhar a andar a acavalo e assim fui aprendendo uma leitura de mundo diferente, como quando uma fruta esta boa para ser colhida, qual fruta é da estação.
Em meio a isso cada vez crescia mais a paixão pela escola, por livros, por letras, aos quatro anos decidi que iria ser professora como a minha bisavó e como minha avó que davam aulas no meio rural nas fazendas. E daí para diante, tudo o que eu fazia era com o intuito de chegar a ser professora.
Lembro da minha felicidade ao entrar na escola da professora Ana me ensinando, mas tem uma lembrança que me vem sempre que se fala em aprender é do meu pai com uma bombona de Q boa
na mão e me
perguntando o que estava escrito ali.
O 1°(primeiro) livro que li foi chapeuzinho vermelho já no 1°(primeiro) ano escolar, pois entrei para alfabetização, não fiz pré-escolar, quando aprendi a ler minha mãe comprou o livro Branca de neve e os sete anões, que li varias vezes.
A gente cresce e as memórias ficam guardadas em um lugar particular, mas acessível, que quando queremos acessamos, muitas são nossas, únicas, exclusivas, cada pessoa vê a História do seu ponto de vista e existem coisas que são sem explicação.
Vivi minha adolescência nos anos oito anos 80, amo as musicas até hoje, Blitz, Cazuza com Ideologia e codinome Beija flor, Barão vermelho, Capital inicial, Legião urbana, Lobão com Me chama, Lulu Santos e tantos outros.
Adorava ver filmes como: Karate-Kid, ET, De volta para o Futuro (quem nunca quis ter um Delorean), Lagoa azul (quem não sonhou em viver uma linda história de amor em uma ilha paradisíaca) e Superman.Quantas lembranças.
Sempre fui considerada para minha família como uma pessoa calma, parada mesmo, até porque o que eu gostava era de estar lendo,olhando filmes, ouvindo músicas, mas eu cantava no coral da escola, era atleta “medalhista”. Em charqueadas onde fiz meus estudos fundamentais, nós tínhamos os Jogos da AFAÇO, que hoje são os JERGS, e eu participava sempre que minha mãe deixava.
Minha Tuma de escola era unida estudamos juntos desde a 6° até a 8°. A turma fazia teatro e eu ajudava no cenário, pois era tímida de mais para contracenar.
Sou uma artista nata, agradeço a Deus por esse dom, e a professora Mariam que teve a sensibilidade de ver e me estimular.
Hoje desenho e faço painéis devido ao 1° incentivo que ela me deu, mas foi através dos livros que li que viajei pelo Brasil sem sair do meu quarto, quando eu leio me torno personagem atuante me transporto para os lugares e vivo aquela história, sofro, choro, me emociono e é maravilhoso, livros como O Cortiço, Senhora, Cazuza, Capitão de Areia e muitos outros que lembro detalhem até hoje.
E... A gente cresce, sou fruto das minhas memórias, boas e ruins com ganhos e perdas.
Fui estudar em São Jerônimo, mas para consegui entrar no magistério eu tive que ficar na fila durante três dias para conseguir a vaga, pois a escola era muito disputada. Mas valeu apena tive experiências maravilhosas, professores que marcaram um professor de inglês que nos ensinou com música, outro de história que nos levava nos museus a Porto Alegre, no teatro São Pedro, no Palácio do Governo, na Câmara e em cada lugar uma aprendizagem pena que tive que desistir do magistério na época, pois quando estava no terceiro ano me casei e engravidei e como teve uma greve naquele ano nossas aulas se estenderam até janeiro, mas minha gravidez inspirava cuidados e o medico me fez optar ou eu me cuidava ou ele não podia se responsabilizar, por que onde eu estudava haviam escadas que eu precisava subir varias vezes, e varias vezes desmaiei na escada, então nunca andava sozinha, mas mesmo eu parando de estudar minha filha nasceu mais de 20 dias antecipada.
Só voltei a estudar quando me mudei para Butiá. Minha filha já estava com três anos, quando tudo parecia bem e eu estava fazendo meu estágio meu marido morre, todos achavam que eu pararia meu estágio, mas eu só pensava que a minha filha dependia de mim e que meu marido teria orgulho de me ver formada, então continuei, terminei meu estágio. Fiz o concurso no ano seguinte e passei desde então trabalho como Professora de séries iniciais.
Casei tive mais um casal de filhos maravilhosos, e me separei, coisas da vida e que nos fazem sorrir, chorar, mas principalmente lutar para alcançar o que queremos, eu não sei o quanto nossa memória é capaz de armazenar, mas sei o quanto é bom relembrar.
O quanto um livro nos ajuda a muitas vezes sair de uma realidade não muito boa para viver uma fantasia ou para nos trazer para a realidade, para mim a Bíblia foi e é um livro que me faz viajar e me encontrar, é o meu livro de toda à hora, hoje mais que nunca.
Deus é a força que me inspirava a ser uma pessoa melhor, pois trabalho com Educação Especial e o carinho, o amor e a força de vida que estas pessoas me passam todos os dias, me mostram o quanto sou abençoada por trabalhar com eles e por poder com tudo o que aprendi com professores, livros, filmes e lugares que fui ter a inspiração para trabalhar com eles e tirar de cada um o seu melhor.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
ONDE MORO
CIDADE DE BUTIÁ
Trevo de assesso a cidade Planta simbolo da cidade
O nome da nossa Cidade é uma historia que é contada por todos os mais velhos, e agora também divulgada em um livro que foi escrito pela professora Gertrudes Hoff e nos diz que o nome teve origem de um pé de butiá, no Cerro do Martinzinho, próximo da fazenda de Dona Luíza Severina de Souza.
Havia um pé da árvore isolado, que servia de ponto de referência da estância, além de ponto de referência, o pé de butiá ficava no local que os carroceiros, que vinham do interior comercializar seus produtos, parava seus cavalos para descansar.
Outra coisa muito importante foi a exploração do carvão que deu sustentação econômica ao município durante muitos anos, desde quando Butiá ainda era apenas uma Vila, pois muitas famílias se instalaram aqui para exercer esta atividade, inclusive a minha família, meus avós trabalharam com carvão, um era maquinista do trem que carregava carvão, e outro mineiro, meu pai desde menino trabalhava juntado carvão nos famosos trilhos do trem que passava onde hoje é a Rua Quinze de novembro onde eu moro.
Butiá emancipou-se em 09 de outubro de 1963, mas hoje em dia nossa cidade ainda esta em desenvolvimento, as pessoas normalmente saem para buscar serviço em outros lugares, pois a maioria dos empregos ou são públicos ou na área de extração vegetal.
Saida de vagonetes da mina Antiga mina, atual esqueleto
A minha Cidade fica localizada as margens da BR 290 na micro-região do Vale do Jacuí.
Estes são nossos símbolos que nos mostram uma alusão ao carvão aos campos, matas, representando a agricultura, a pecuária e as reservas ecológicas do município.
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